Barcelona

Vim a Barcelona pela primeira vez em 2007, onde passei apenas um dia e visto algumas ruas principais. Tinha gostado muito, mas não havia voltado. 10 anos depois, tive essa oportunidade por causa de uma conferência que ocorreu na IESE, cujo tema era “o novo trabalhador ideal”. Sobre o evento, realmente adorei, pois conta com um formato diferente (todos os membros do track passam dois dias juntos) e o pessoal participante é altamente qualificado e educado! Apresentei meu trabalho no primeiro dia e as discussões foram incríveis. Apenas para ilustrar: após a minha apresentação, a primeira pergunta veio de uma professora do MIT, e a chair que moderou minha sessão é da Wharton.
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Dizem que Barcelona cresceu muito nos últimos 20 anos. Há 25 anos, receberam os jogos olímpicos – e as bandeiras com essa celebração estão em todas as partes da cidade! Aliás, quando estudei algumas cidades olímpicas (por causa de uma pesquisa que fiz recentemente), fiquei bem surpresa ao saber que Barcelona é o melhor caso de legado olímpico de todos os tempos.
A cidade é muito agradável, principalmente no verão. O calor não é absurdo – eu o considerei bem gostoso – e não é seco nem úmido. As pessoas são bem mais amigáveis que em Madrid, e há muitos turistas de todas as partes do mundo. De forma geral, as ruas são limpas e o que mais me chama a atenção é que a cidade respira Gaudí e mostra muita arte em vários pontos.
Há muitas construções clássicas e históricas e os quarteirões são uma parte curiosa: em vez de serem quadrados, possuem as pontas bem recortadas, e os cruzamentos tornam-se grandes espaços, inclusive, para estacionamento de carros. A cidade mostra-se bem planejada, pois os bairros parecem ser devidamente delimitados e as quadras são bem organizadas. A sinalização da cidade é boa, e alguns bairros são muito bonitos e mais modernos, como a zona universitária, que é onde a conferência foi sediada.
Um ponto muito bonito é o porto, pois a água é bem azul e pode-se ter uma vista da cidade, para o alto. À noite, é um ponto bem movimentado, e de dia pode-se apreciar um bom passeio pela região, com estaleiros, cruzeiros e iates de luxo.
De forma geral, a cidade não é cara, o metrô é prático (há opção de passes por 24, 48, 96 horas, por exemplo) e é relativamente plana, com inúmeras bicicletas à disposição para aluguel. A comida local é muito saborosa. Foi ótimo estar de volta em terras espanholas!
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Ibiza e Formentera

Há alguns anos, uma amiga me recomendou fortemente que conhecesse Formentera, uma ilha no meio do Mar Mediterrâneo, pertencente à Espanha. Segundo ela, o lugar é lindo e ótimo para passear. Como adoro essas indicações personalizadas, coloquei na agenda para um dia cumprir com essa viagem, mais cedo, ou mais tarde, com a companhia dela, ou sem.
Foi um bate e volta sozinha, voando de Barcelona para Ibiza (1 hora), e pegando um ferry para Formentera (30 minutos), passando um dia por essas duas localidades. Realmente, o lugar é fantástico, muito bonito e achei demais!
A recomendação era dar uma volta pela ilha de bicicleta, então desembarquei do ferry – que era muito bom e bem rápido – e já fui alugar a bicicleta, apenas 6 euros por um dia. Aliás, a funcionária que me atendeu também se chamava Lina! Estava com o mapa e pedi sugestões para o funcionário da loja. Tudo certo, iria para Cap de Barbaria, onde há umas escavações dos séculos I, II e III, do alto de uma enorme pedra ao lado do mar. Após quase uma hora pedalando na estrada, que foi afinando, o pneu traseiro da bicicleta furou. Eu estava no meio de uma estrada relativamente movimentada onde só passava um veículo por vez e não poderia fazer ninguém parar, até por segurança. Depois de pensar 10 minutos e ter ligado para a polícia sem sucesso na solução (eles não ajudam em casos dessa natureza e meu celular não fazia ligação para nenhum lugar), resolvi empurrar a bicicleta até algum local onde conseguiria fazer chamadas e acessar a loja do aluguel. 40 minutos depois, consegui! Encontrei um orelhão entre um restaurante (o primeiro do caminho) e um mercado. Esperei uns 20 minutos, enquanto comia uma porção de melancia do mercado, e o funcionário chegou num furgão para recolher a bicicleta e me entregar outra. Decidi voltar com ele para o começo, assim almoçaria e faria um novo caminho. Julguei aquela estrada arriscada após o meio da jornada. Comi pizza em frente ao porto e saí para a praia Pujols, passando por Sant Ferran e dando uma grande volta por uma linda lagoa, assim como reservas de sal.
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Em Pujols, apreciei a vista, coloquei os pés na água e descansei um pouco. O trajeto é mais seguro que o primeiro caminho e bem agradável. Adorei! Visitei a feira de artesanato local, andei pelo porto e devolvi a bicicleta. Peguei o ferry para voltar a Ibiza, onde passeei pelo centro, fui às praças e vi muitos turistas.
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Achei interessante que Ibiza é tão calma no centro, parecendo cidade de interior, mesmo com tanta gente de fora. O bairro das baladas também estava tranquilo no começo da noite. Para mim, lembrou muito das cidades litorâneas de São Paulo. E Formentera me lembrou de uma ilha grega que visitei (Marmari). Voltei ao aeroporto e estava de volta a Barcelona. Foi um ótimo programa!

Voluntariado nos jogos olímpicos

Desde os jogos panamericanos de 2007, que aconteceram no Rio de Janeiro, tenho tentado participar como voluntária de grandes eventos esportivos. Tentei Vancouver 2010, Londres 2012, Copa do Mundo no Brasil em 2014, e nada de ser selecionada. Nesse tempo, fui voluntária em campeonatos paulistas de triatlo e no BB&T Atlanta Open, mas nada tão grande como esperava.

Em 2012, tive uma oportunidade mais que fantástica de trabalhar no BB&T Atlanta Open. Foi em Atlanta (claro!), no Atlantic Center, atuando como transportation desk. Era assistente da parte de transportes para atletas, técnicos e imprensa, ou seja, minha função era estar com o telefone em mãos para anotar as caronas necessárias (idas a hotel, aeroporto, quadra de treino etc.) e solicitar os serviços aos motoristas, que também eram voluntários. Além de atender o celular, também atendia pessoalmente, pois ficava na sala dos atletas! Eu ficava com 13 chaves de carros Cadillac na mão, e ia coordenando com o pessoal. Foi super legal, algo incrível. Nos momentos de folga, eu ia às quadras para ver os jogos, e interagia com os coordenadores, os voluntários e os tenistas.

Foram apenas cinco dias de trabalho, mas algo que adorei. E agora, chegou a vez de atuar nos jogos Rio 2016! Depois de três anos, passando por provas online, dinâmica online, testes de idiomas, entrevista presencial e diversos treinamentos, e ainda algumas trocas, finalmente atuarei como assistente para serviços de atletas no Centro Olímpico de Tênis, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca! Estou super contente e animada!

O trabalho começa amanhã, 25 de julho de 2016. Já retirei a credencial e os uniformes, e acho que está tudo ok! No dia 5 de agosto, haverá a cerimônia de abertura, e tudo começará de verdade a partir de 6 de agosto! A cidade já está no clima olímpico, vou contando um pouco da experiência nos próximos posts.

Akihabara

O bairro de Akihabara é mais que conhecido por qualquer pessoa do mundo que se considere geek, pois é o universo dos eletrônicos, dos animes, dos games, dos cosplays, ou seja, é o que costumamos chamar de mundo nerd!

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É um lugar que está sempre cheio de luzes piscantes, em neon e em todas as cores. Há personagens de todos os desenhos japoneses, há inúmeros prédios de fliperamas e jogos em geral, máquinas de karaoke, e comércio de tudo o que estiver relacionado a esses temas.

Em alguns desses espaços, eles até oferecem algumas fichas gratuitas, pois sabem que o negócio é viciante e o pessoal não para… Inclusive, há histórias de jovens que passam horas quase infinitas nesses lugares (o que, na verdade, é bem triste).

Fiz uma experiência bem interessante: usar uma máquina de pirakura! São aquelas máquinas que já estiveram por um tempo no Brasil, onde fazemos poses ou caretas, e saímos com adesivos de fotos editadas. A tecnologia avançou bastante! Uma amiga foi comigo, escolhemos uma máquina com tema genérico, seguimos o passo-a-passo, fizemos poses, e saímos em fotos cheias de frases, figuras e efeitos, além de estarmos super maquiadas, magras, altas e lindas nos adesivos! Foi engraçado! Um detalhe: essas máquinas de pirakura são apenas para meninas, os meninos não podem nem chegar perto desse setor. Há exceção de algumas máquinas, que estão liberadas para meninos, desde que cada um seja acompanhado por uma menina. Além disso, pagando um pouco mais, é possível pegar várias fantasias – tipo cosplay – emprestadas! Eu preferi ficar com as minhas roupas, claro.

Sakura

Em japonês, sakura significa flor de cerejeira, sendo um dos maiores símbolos do Japão. No fim do mês de março, começam a florescer por todo o país (nenhuma das 47 províncias fica sem), e há até calendário para as floradas de cada parte.

Isso é algo incrível pois praticamente todo japonês espera um ano inteiro para ver as flores das cerejeiras! É um grande evento e o comércio está muito envolvido nisso. Nas semanas que antecedem essas flores tão clarinhas em tons de rosa, os restaurantes, as lojas, as estações de trem e as ruas estão enfeitadas e tematizadas dessa flora. É algo interessante!

Então, as comidas têm edições limitadas de muita coisa com sabor de sakura, como os biscoitos, os doces, os objetos etc. E o pessoal sai no fim de semana em direção aos parques para apreciar as flores e fazer piquenique debaixo das lindas cerejeiras. Tal passeio se chama hanami (a tradução seria “ver as flores”) e muitos japoneses fazem, inclusive alguns viajam para outras regiões e acompanham as flores de outros lugares, principalmente em Kyoto. Mesmo à noite, com uma iluminação especial, as flores ficam fantásticas.

Além disso, há muitos tipos de sakura! Só eu vi pelo menos uns cinco, mas entendi que há dezenas. Tive a feliz oportunidade de ver as flores das cerejeiras no extremo sul do Japão, no começo de março, por ser a região inicial do fenômeno. São lindas!

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As floradas acontecem na primavera, do sul para o norte, pois dependem do clima, ou seja, da temperatura (o sul é mais quente, e o norte é bem mais frio). Ao final de abril, as flores já se foram!

Shinjuku e Shibuya

Shinjuku e Shibuya são dois bairros grandes e famosos de Tokyo. Ambos são relativamente próximos e bem movimentados, assim como suas estações de trem e metrô.

Em Shinjuku, é possível encontrar muitas lojas de diversos tipos e departamentos de eletrônicos! Achei tudo incrível, pois há diversos equipamentos diferentes, opções infinitas de câmeras, entre outras coisas do gênero. Fiquei com vontade de comprar vários produtos, mas é inviável financeiramente e por motivos relacionados à capacidade da mala e alfândega! Em minha opinião, os preços estavam ótimos, e há variedade nas derivações das máquinas.

Inclusive, é o bairro onde se localiza a sede do governo do Japão, e eu destacaria que a estação de Shinjuku é a mais movimentada do país. Eu também afirmaria que é a mais fácil para se perder, pois é enorme e toda subterrânea.

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Por sua vez, Shibuya é um bairro ainda mais comercial e com público específico (jovens meio alternativos, mas não consigo classificá-los). É incrivelmente conhecido por ter a estátua do Hachiko, o cachorro do filme Sempre ao seu lado, com o Richard Gere. É tão movimentado quanto Shinjuku e muito dinâmico, principalmente à noite! Também, é onde fica aquele famoso cruzamento de avenidas, formando um X e uma cruz ao mesmo tempo, e as pessoas atravessam coordenadamente pelas faixas de pedestre. Voltei mais de uma vez para cada um dos bairros, pois as visitas valem a pena!

Livrarias no Japão

As livrarias no Japão são numerosas e, quando não são de estação, são enormes! Além das livrarias normais, há também muitas que são de compra e venda de livros usados.

Há alguns anos, ouvi dizer que ao estar em um metrô ou trem, todos estariam lendo um livro, desde os jovens aos mais velhos. Isso mostra que a leitura faz parte da cultura nacional. Porém, atualmente, com os smartphones, muita gente está teclando (uma curiosidade: é proibido falar ao celular dentro de metrôs e trens, e o pessoal fica bem quieto ou conversa baixinho).

Fui em algumas livrarias, pois acompanhava meu pai, que lê muito e consegue passar horas em poucas prateleiras. Os assuntos abordados são dos mais diversos, é possível encontrar de tudo e sobre tudo, mas apenas em japonês! Em inglês, há algumas seções, e achei todas as obras bem baratas.

Olhei mais na parte de manga (por curiosidade, e fiquei impressionada com a quantidade infinita a opções), de artes, de administração, por ser minha área profissional, e de esportes, meu tema de preferência.

Como ultimamente ando lendo biografias de atletas, fiquei olhando mais nessa estante, e achei interessante ver três biografias do Neymar escritas em japonês e exclusivas do Japão (em uma das livrarias, e era de tamanho médio)! Nem no Brasil existe algo próximo disso. Os japoneses são fãs do jogador brasileiro, mas preferem beisebol, e havia dezenas de livros sobre o jogador Tanaka, que está no New York Yankees. Foi muito legal a experiência, mas não comprei nenhum porque não conseguiria ler com razoável compreensão.

Higashi-Hiroshima

Depois de conhecer as origens da parte do meu pai, foi a vez de visitar os locais das famílias da minha mãe, que estão na província de Hiroshima. Ainda tenho parentes com contatos, principalmente com um tio e suas filhas. Toda a origem é de Higashi-Hiroshima, que significa Hiroshima do leste.

DSC_0015Como esses locais ficam mais para o interior, sem acesso por trem, minha prima fez todo o roteiro de carro. Conheci Yoshikawa, bairro onde minha mãe nasceu, estudou e viveu, assim como meus tios e uma tia dela, que é minha madrinha de crisma. É um lugar bem bonito, ao pé de uma montanha cheia de árvores.

DSC_0007Também fui à casa onde minha avó materna nasceu e viveu até casar, com sua família, que fica ao pé de outra montanha, não muito distante da casa da família da minha mãe. Era uma casa grande, que foi reformada há alguns anos, mas agora não vive ninguém lá.

E visitei o cemitério onde estão enterrados os pais adotivos do meu avô paterno, um tio que morreu quando ainda era criança (e não foi ao Brasil), e minha tia que faleceu mais recentemente, mãe da prima que passeou comigo.

DSC_0021Os cemitérios no Japão são bem pequenos, quase exclusivos a poucas famílias, mas que estão sempre próximos às suas origens. Os túmulos estão sempre bem mantidos e achei bem interessante. Porém, todos os meus avós foram enterrados e cremados no Brasil, e acabaram ficando longe de seus familiares originais.

Adorei ter conhecido a região, apesar da chuva que caía, pois é de muitas montanhas e lindas árvores por todas as partes, com vegetação e rios bem cuidados.

Hakata e ida a Hamasaki

A maior cidade da ilha de Kyushu (a segunda naior ilha do Japão, ao sul da principal) se chama Fukuoka, mas sua estação de trem denomina-se Hakata. Aliás, é a única estação do país que não tem o mesmo nome que o da cidade, pois antes Hakata era maior que Fukuoka, porém hoje é um bairro.

DSC_0898Achei Hakata super bonita, moderna e dinâmica, com pessoas bem vestidas. Contudo, ali era apenas a conexão para ir a Hamasaki, na província de Saga (vizinha da província de Fukuoka), e assim conhecer a terra natal do meu pai.

DSC_0727Fiz baldeação com outra linha de trem, até Meinohama, e então outra troca de trem, até Hamasaki. A viagem de Hakata a Hamasaki dura cerca de uma hora e meia. Há alguns anos, Hamasaki era uma cidade, mas atualmente é um bairro de Karatsu.

Meu pai nasceu nesse local, tão calmo (antes, mais agitado) e tranquilo, bem acolhedor. A cidade tem uma longa praia e uma floresta que foi criada há mais de 500 anos para permitir as plantações por lá (porque o vento com sal estraga as plantas).

DSC_0743Minha avó materna também nasceu nesse mesmo bairro, e daí conheci a casa onde ela viveu com meus bisavós antes de ela se casar. Por sua vez, meu avô paterno nasceu a uns 20km dali.

DSC_0808Conheci a escola onde meus tios estudaram, assim como a escolinha que meu pai frequentou até os cinco anos de idade. Depois disso, eles se mudaram para outra cidade, ainda na província de Saga. Meus avós tinham parentes em Hakata, costumavam frequentar a região. Na volta, estava outra vez em Hakata, e fui a Hiroshima.

Kumamoto e seu castelo

Assim como meu pai, meu avô paterno nasceu na província de Saga, na ilha de Kyushu, mas seus pais e toda a ascendência são da província de Kumamoto, na mesma ilha (mais ao sul).

Por esse motivo e pelo castelo que está na cidade, fui a Kumamoto, uma cidade que tem um mascote chamado Kumamon! Um monte de produtos possui essa marca e se relaciona com o ursinho. Aliás, no Japão, cada cidade ou região apresenta diversos temas, produtos, marcas, comidas, lendas e personagens do próprio local, o que considero bem interessante.

DSC_0914Os produtos locais são bem legais e os preços mais acessíveis que em Tokyo (quanto mais longe dos grandes centros, menos caras são as coisas). As pessoas são bem simpáticas também.

Então, entrei na prefeitura para ter uma bela vista da cidade (que tem cerca de 700.000 habitantes) a partir do último andar. Almocei com a vista para o castelo, que é realmente grande.

DSC_0934Depois, fui ao castelo, que foi todo reformado nos últimos anos, mantendo todas as características originais. Ele foi construído para ser um grande quartel do Exército, há centenas de anos. Com formato de fortaleza, nunca foi atacado. Mas também, dificilmente seria invadido, por ser tão bem protegido por enormes muros de pedras encaixadas.

DSC_0955O que chama a atenção do castelo não é apenas a sua arquitetura, mas o fato de que é todo de madeira, por dentro e por fora, com toras nos tetos, e que nenhum prego foi usado na sua construção. São puros encaixes, assim como as pedras dos muros. Nem os terremotos abalaram suas estruturas!

Ao lado desse castelo principal fica um prédio ainda maior, que servia de moradia para aqueles que serviam o Exército. Meu avô trabalhou dois anos no local, por causa do serviço militar.

DSC_0968O local estava cheio de estrangeiros visitando, principalmente da Ásia. Muitos estudantes também estavam em grupos por lá, o que é bem legal. Foi ótimo ver um castelo assim!